Gestão de Riscos

Seguindo as melhores práticas de Governança Corporativa, em 2017 foi criada a área de Gestão de Riscos e Compliance (esta última incorporada, já presente na empresa desde 2012), com o objetivo de elaborar o planejamento e assegurar a operacionalização da gestão de riscos em toda a empresa, atuando como facilitador e organizando os diversos agentes e iniciativas na gestão e mitigação de riscos corporativos, além de atuar como importante interlocutor entre o Comitê de Auditoria e a Administração no que tange o tema de riscos e controles internos.

Em 2018 foi aprovada no Conselho de Administração (com assessoramento do Comitê de Auditoria), a Política de Gestão de Riscos, que tem por objetivo estabelecer as diretrizes e responsabilidades da gestão de riscos na empresa, especialmente no tocante à identificação e análise dos riscos que possam afetar a Companhia, bem como estabelecer controles e procedimentos para monitoramento, de forma a prevenir sua ocorrência ou minimizar seu impacto.

Em 2019, a Companhia iniciou o processo de elaboração do Mapa/ Matriz de Riscos para identificação e monitoramento dos principais riscos que impactam a estratégia e as operações da Companhia e de suas controladas. Com base na Política de Riscos, será implementada a governança necessária para acompanhamento e evolução dos riscos (KRI), além de garantir a redução de exposição dentro de níveis de exposição que forem aprovados pelo Conselho de Administração.

Desde 2016 possuímos o Comitê de Auditoria e o Comitê Financeiro, que, em conjunto com a Diretoria Executiva, e, principalmente com a Diretoria Financeira, principal responsável pela gestão financeira, busca a todo momento identificar, avaliar e proteger a Companhia contra eventuais riscos financeiros.
Para mitigar os riscos de mercado, a Companhia possui uma Política Financeira aprovada em reunião do Conselho de Administração, a qual visa assegurar o permanente cumprimento das obrigações financeiras da Companhia, devendo ser observados critérios específicos para:
(i) mensuração e manutenção de um saldo mínimo de disponibilidades e aplicações financeiras ("caixa mínimo");
(ii) destinação deste saldo em investimentos financeiros permitidos;
(iii) contratação de novos financiamentos.

Em dois momentos distintos, anteriormente ao estabelecimento de quaisquer obrigações para aquisição de terrenos e anteriormente ao lançamento de quaisquer empreendimentos, o Comitê de Investimentos e o Comitê de Lançamento, respectivamente, são convocados para aprovar as condições propostas pelas várias superintendências da empresa. Durante essas reuniões, são examinados:
(i) o produto proposto;
(ii) o projeto e custo de construção;
(iii) a viabilidade econômica;
(iv) os termos comerciais e financeiros da proposta de compra, no caso de uma aquisição de terreno;
(v) as condições comerciais e tabelas de venda, no caso de um lançamento; e
(vi) a situação do terreno e/ou do empreendimento em seus aspectos legais e regulatórios.